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specsfy-specialist-tailwind-css

Implementar e revisar Tailwind CSS com tokens, variantes, responsividade, dark mode, container queries e CSS sustentável. Use quando houver tailwindcss ou utilitários Tailwind em templates e a tarefa tocar estilo, tema ou responsividade; use também para decidir entre utilitário, `@apply` e extração de componente; confirme sempre a versão instalada, pois configuração (`tailwind.config` vs `@theme` em CSS) e diretivas mudam entre gerações — não aplique sintaxe de uma versão a outra sem checar o `package.json`.

How do I install this agent skill?

npx skills add https://github.com/promovaweb/specsfy --skill specsfy-specialist-tailwind-css
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Is this agent skill safe to install?

  • Gen Agent Trust Hubpass

    The skill is a reference guide for Tailwind CSS development and contains no executable code or dangerous instructions. All external links point to official documentation.

  • Socketpass

    No alerts

  • Snykpass

    Risk: LOW · No issues

What does this agent skill do?

Tailwind CSS

Quando usar

  • Acionar quando o projeto depende de tailwindcss e a tarefa envolve classe utilitária, tema, variante, responsividade ou dark mode.
  • Acionar também para decidir se um padrão visual repetido deve virar token, @apply local ou componente extraído.
  • Não acionar para a escolha da biblioteca de componentes em si (Radix, shadcn/ui); usar $specsfy-specialist-shadcn-ui ou $specsfy-specialist-react-ui-components para isso e voltar aqui para o sistema de tokens e classes que os sustenta.
  • Combinar com $specsfy-specialist-web-accessibility para contraste, zoom e prefers-reduced-motion.

Fluxo

  1. Confirmar a versão do Tailwind, a integração (Vite, PostCSS, framework) e onde os tokens são declarados (tailwind.config.js ou @theme em CSS na v4) — a sintaxe de configuração muda entre gerações.
  2. Traduzir o layout e os estados da interface em constraints responsivas (breakpoints ou @container) antes de escrever a primeira classe.
  3. Reutilizar tokens semânticos já existentes (cor, espaçamento, radius, tipografia) antes de recorrer a valor arbitrário (w-[137px]).
  4. Implementar mobile-first: escrever o estilo base para a tela menor e sobrepor apenas o que muda nos breakpoints maiores.
  5. Cobrir estados interativos (hover, focus-visible, disabled, aria-*) e preferências do usuário (dark, motion-reduce, forced-colors) desde a primeira versão do componente, não como retrofit.
  6. Extrair um componente (não @apply) quando o padrão repetido representa uma unidade semântica reconhecível (um "Card", um "Badge"), e não apenas uma coincidência visual entre dois lugares.
  7. Validar o CSS gerado no build de produção: nenhuma classe usada dinamicamente deve estar ausente por não ser detectável estaticamente pelo scanner de conteúdo.

Padrões

  • Manter cor, espaçamento, radius e tipografia como tokens com nome de intenção (bg-surface, text-muted) sempre que o projeto já tiver um sistema de design — não introduzir valor solto que dribla o token existente.
  • Expressar estado (hover, foco, seleção, erro) com variantes do próprio Tailwind (hover:, aria-selected:, data-[state=open]:), nunca escondendo a lógica de estado em concatenação de string opaca fora da vista do build.
  • Não usar @apply como substituto geral de componente — ele recria uma folha de estilo tradicional dentro do utility-first e perde a colocação (a classe deixa de estar ao lado do elemento que ela estiliza).
  • Garantir que toda classe construída dinamicamente (template string, concatenação condicional) seja detectável estaticamente pelo scanner de conteúdo — usar mapas completos de classes literais em vez de montar a classe por concatenação de partes (text-${color}-500 não funciona: o scanner não executa o template).
  • Tratar dark mode, prefers-reduced-motion, prefers-contrast e forced-colors como requisito de design, não como camada opcional adicionada depois.
  • Preferir layout fluido (flex, grid, unidades relativas) e @container quando o componente precisa responder ao próprio contêiner (ex.: um card que muda de layout dentro de uma sidebar estreita), não ao viewport inteiro.
  • Não multiplicar valores arbitrários (p-[13px], text-[15px]) sem antes perguntar se um novo token de escala deveria existir — um valor arbitrário isolado é aceitável; vários próximos e repetidos indicam token ausente.

Antipadrões

  • Classe montada por concatenação de variável (`bg-${color}-500`) — o scanner de conteúdo do Tailwind não executa JS, então essa classe nunca é gerada no CSS final; use um mapa literal de classes completas.
  • @apply usado para recriar dezenas de componentes CSS tradicionais — perde a vantagem de colocation do utility-first e cria uma folha de estilo paralela difícil de rastrear.
  • Cor, espaçamento ou radius hardcoded (#3b82f6, 17px) ao lado de um sistema de tokens já existente — quebra o tema (claro/escuro, marca) na primeira mudança centralizada.
  • Adicionar dark mode, foco visível ou movimento reduzido só depois de uma reclamação de acessibilidade, em vez de tratá-los como parte do componente desde a primeira versão.
  • Confundir a responsabilidade desta skill com a escolha de biblioteca de componentes prontos — Tailwind é a camada de utilitários/tema; a escolha de "qual Data Table usar" pertence a $specsfy-specialist-shadcn-ui/$specsfy-specialist-react-ui-components.

Validação

  • Rodar o build de produção e inspecionar se alguma classe esperada está ausente do CSS final (sinal de classe não detectável estaticamente).
  • Testar em viewports pequenos e grandes, com container real quando o componente usar @container, em zoom 200% e 400% (reflow a 320px de largura equivalente), sem perda de conteúdo ou scroll horizontal indesejado.
  • Percorrer hover, focus-visible, disabled, loading, error e selected visualmente e por teclado.
  • Checar contraste nos temas claro e escuro, e o comportamento com prefers-reduced-motion/forced-colors ativados no sistema operacional.
  • Não declarar um componente "responsivo" ou "acessível" apenas por ter classes sm:/dark: presentes; a evidência acima é obrigatória antes da afirmação.

Skills relacionadas

  • $specsfy-specialist-reui para composições React e Tailwind do catálogo gratuito.
  • $specsfy-specialist-shadcn-ui para o sistema de componentes construído sobre Tailwind + Radix; este especialista cobre o token/utilitário que o sustenta.
  • $specsfy-specialist-react, $specsfy-specialist-nextjs e $specsfy-specialist-astro fornecem o componente/framework onde as classes Tailwind são aplicadas; esta skill não decide estrutura de componente nem fronteira server/client.
  • $specsfy-specialist-typescript tipa variantes cva quando o projeto expõe props de estilo fortemente tipadas.
  • $specsfy-specialist-react-ui-components e $specsfy-specialist-ui-design para a escolha e composição visual da página.
  • $specsfy-specialist-web-accessibility para contraste, zoom, reflow e prefers-reduced-motion em profundidade.

Leia references/standards.md para camadas de tokens, variantes, @container, detecção de classes e migração entre versões, com fontes oficiais.

Add the canonical catalog link to the repository README so users can inspect current installs and available audits. The publishing guide covers the complete discovery path.

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